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quarta-feira, 5 de março de 2014

quinta-feira, 12 de abril de 2012

COLEGIADO DE HISTÓRIA DA UPE CAMPUS PETROLINA PROMOVE MINICURSO SOBRE 90 ANOS DO PCB




COLEGIADO DE HISTÓRIA DA UPE CAMPUS PETROLINA PROMOVE MINICURSO  SOBRE  “PCB 90 ANOS – AS TENTATIVAS DE APLICAÇÃO DO MARXISMO À REALIDADE BRASILEIRA E SEUS IMPACTOS NA LUTA POPULAR”
A fundação do Partido Comunista do Brasil em 1922 foi um reflexo do auge revolucionário alcançado pelo proletariado internacional com a Revolução Russa de 1917. Teve papel preponderante na criação e consolidação dos partidos comunistas no mundo inteiro a partir da criação, em 1919, da Internacional Comunista ou III Internacional.
No Brasil, o movimento operário até então dirigido por influência anarquista deu  um salto de qualidade com a fundação do PCB, embora a herança anarquista continue marcando a nova organização no início de sua existência.
Apesar de já fundado o Partido Comunista o grande movimento que caracterizou os anos 20 no Brasil foi o Tenentismo cuja expressão maior fora a Coluna Prestes que após a sua desarticulação se dividiu entre os golpistas liderados por Getúlio Vargas e o Partido Comunista que recebeu o principal líder da Coluna.
A vinda de Prestes trouxe um grande ânimo ao partido que já aos 13 anos de existência organizou uma grande frente antifascista com a ANL que após ser colocada na ilegalidade por Vargas levou o PCB a buscar assaltar o poder com o Levante de 1935.
Afora esta iniciativa de 1935 e a experiência guerrilheira do Araguaia do final dos anos 60 e início dos anos 70 foram poucos os momentos em que o Partido Comunista do Brasil assumiu uma postura efetivamente revolucionária. Entre estes momentos, são citados a guerrilha de Porecatú,  a de Trombas e Formoso;  em ambos os movimentos, os camponeses marcaram, juntamente com as Ligas Camponesas e sob a influência do PCB,  a história da luta no campo no Brasil.
O Minicurso de 10 (dez) horas acontece nos dias 17 e 18 de abril e será ministrado pelo Professor Fausto Arruda Aguiar Filho - Sociólogo e Cientista Político. Ex-professor da UNIFOR - Universidade de Fortaleza. Ex-presidente da APEOC - Associação dos professores do Estado do Ceará. Atualmente é membro do Conselho editorial do Jornal A nova democracia - Rio de Janeiro.
As inscrições, 40 vagas para o turno da tarde e 40 para o turno da noite,  poderão ser feitas no colegiado de História das 15 às 22 horas.

Por. Prof. Moisés Almeida
Coordenador do Curso de História

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

domingo, 20 de novembro de 2011

O culto da morte



James Warren "Jim" Jones (Crete, Indiana, 13 de maio de 1931 - Jonestown, 18 de novembro de 1978) foi um líder de seita estadunidense e fundador da igreja Templo dos Povos (Peoples Temple), e mentor do suicídio em massa da comunidade de Jonestown, na Guiana, em 18 de novembro de 1978, com o resultado de 918 mortes, em sua maioria por envenenamento.
Os membros da comunidade foram induzidos a beber um composto líquido (na forma de suco de sabor uva), contendo potássio, cloreto de cianeto e substâncias sedativas. Os que eram pequenos demais receberam na boca ou através de seringas.
A cifra final de mortos chegou a 918, incluindo mais de 270 crianças e quatro que se suicidaram no escritório da seita em Georgetown. Mais de 400 corpos não identificados foram sepultados em Oakland (Califórnia).
Nem todos os integrantes da comunidade morreram na tragédia. No mínimo cinco membros conseguiram fugir ao cerco da guarda e fugir para a floresta durante o ritual de suicídio coletivo que durou, segundo essas testemunhas, cerca de 5 minutos.
O corpo de Jones foi encontrado junto ao pavilhão maior, com um tiro único na cabeça.


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A Escrita Sagrada do Egito Antigo - Dicionário Hieróglifo - Português (livro)






Este livro foi autorizado para domínio público 

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

A história dos livros apócrifos

Nas Bíblias de edição da Igreja Romana, o total de livros é 73, porque essa igreja, desde o Concilio de Trento, em 1546, incluiu no cânon do Antigo Testamento 7 livros apócrifos, além de 4 acréscimos ou apêndices a livros canônicos, acrescentando, assim, ao todo, 11 escritos apócrifos.
A palavra "apócrifo" significa, literalmente, "escondido", "oculto", isto em referência a livros que tratavam de coisas secretas, misteriosas, ocultas. No sentido religioso, o termo significa "não genuíno", "espúrio", desde sua aplicação por Jerônimo.
Os apócrifos foram escritos entre Malaquias e Mateus, ou seja, entre o Antigo e o Novo Testamento, numa época em que cessara por completo a revelação divina; isto basta para tirar-lhes qualquer pretensão de canonicidade. Josefo rejeitou-os totalmente. Nunca foram reconhecidos pelos judeus como parte do cânon hebraico. Jamais foram citados por Jesus nem foram reconhecidos pela igreja primitiva.



Jerônimo, Agostinho, Atanásio, Júlio Africano e outros homens de valor dos primitivos cristãos, opuseram-se a eles na qualidade de livros inspirados. Apareceram a primeira vez na Septuaginta, a tradução do Antigo Testamento feita do hebraico para o grego.
Quando a Bíblia foi traduzida para o latim, em 170 d.C, seu Antigo Testamento foi traduzido do grego da Septuaginta e não do hebraico. Quando Jerônimo traduziu a Vulgata, no início do Século V (405 d.C), incluiu os apócrifos oriundos da Septuaginta, através da Antiga Versão Latina, de 170, porque isso lhe foi ordenado, mas recomendou que esses livros não poderiam servir como base doutrinária.
São 14 os escritos apócrifos: 10 livros e 4 acréscimos a livros. Antes do Concilio de Trento, a Igreja Romana aceitava todo, mas depois passou a aceitar apenas 11: 7 livros e os 4 acréscimos. A Igreja Ortodoxa Grega mantém os 14 até hoje.


Os 7 livros apócrifos constantes das Bíblias de edição católico-romana são:


1) TOBIAS (Após o livro canônico de Esdras)
2) JUDITE (após o livro de Tobias)
3) SABEDORIA DE SALOMÃO (após o livro canônico
4) ECLESIÁSTICO (após o livro de Sabedoria)
5) BARUQUE (após o livro canônico de Jeremias)
6) 1 MACABEU
7) 2 MACABEU (ambos, após o livro canônico de Malaquias)

Os 4 acréscimos ou apêndices são:


1) ESTER (a Ester, 10.4 - 16.24)
2) CÂNTICO DOS TRÊS SANTOS FILHOS (a Daniel, 3.24-90)
3) HISTÓRIA DE SUZANA (a Daniel, cap. 13) e
4) BEL E O DRAGÃO (a Daniel, cap. 14)



Como já foi dito, dos 14 apócrifos, a Igreja Romana aceita 11 e rejeita 3, isto, após 1546 d.C. Os livros rejeitados são:


1) 3 ESDRAS
2) 4 ESDRAS E
3) A ORAÇÃO DE MANASSES


Os livros apócrifos de 3 e 4 Esdras são assim chamados porque nas Bíblias de edição católico-romana o livro de ESDRAS é chamado 1 ESDRAS; o de NEEMIAS, de 2 ESDRAS. A Igreja Romana aprovou os apócrifos em 18 de abril de 1546, para combater o movimento da Reforma Protestante, então recente. Nessa época, os protestantes combatiam violentamente as novas doutrinas romanistas: do Purgatório, da oração pelos mortos, da salvação mediante obras, etc. A Igreja Romana via nos apócrifos bases para essas doutrinas, e, apelou para eles, aprovando-os como canônicos.
Houve prós e contras dentro da própria Igreja de Roma. Nesse tempo os jesuítas exerciam muita influência no clero. Os debates sobre os apócrifos motivaram ataques dos dominicanos contra os franciscanos. O cardeal Pallavacini, em sua "História Eclesiástica", declara que em pleno concilio, 40 bispos, dos 49 presentes, travaram luta corporal, agarrados às barbas e batinas uns dos outros... Foi nesse ambiente "espiritual" que os apócrifos foram aprovados! A primeira edição da Bíblia romana com os apócrifos deu-se em 1592, com autorização do Papa Clemente VIII.
Os reformadores protestantes publicaram a Bíblia com os apócrifos colocando-se entre o Antigo e Novo Testamento; não como livros inspirados, mas bons para a leitura e de valor literário e histórico. Isto continuou até 1629. A famosa versão inglesa de King James,de 1611, ainda os conservou. Após 1629, os evangélicos os omitiram de vez nas Bíblias editadas, para evitar confusão entre o povo simples que nem sempre sabe discernir entre um livro canônico e um apócrifo.
A aprovação dos apócrifos pela Igreja Romana foi uma intromissão dos católicos em assuntos judaicos, porque, quanto ao cânon do Antigo Testamento, o direito é dos judeus e não de outros. Além disso, o cânon do Antigo Testamento estava completo e fixado há muitos séculos.
Entre os católicos corre a versão de que as Bíblias de edição protestante são falsas. Quem, contudo, comparar a Bíblia editada pelos evangélicos com a editada pelos católicos há de concordar em que as duas são iguais, exceto na linguagem e estilo, que são peculiares a cada tradução. O que alegam contra a nossa Bíblia é que lhe faltam livros e partes de outros, mas essa falta é de livros e de parte de livros apócrifos, como mencionamos.


Fonte: Livro "A Bíblia através dos Séculos"

    fonte: regulae fidei

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Coleção História Geral da África (Unesco)





Publicada em oito volumes, a coleção História Geral da África está agora também disponível em português. A edição completa da coleção já foi publicada em árabe, inglês e francês; e sua versão condensada está editada em inglês, francês e em várias outras línguas, incluindo hausa, peul e swahili. Um dos projetos editoriais mais importantes da UNESCO nos últimos trinta anos, a coleção História Geral da África é um grande marco no processo de reconhecimento do patrimônio cultural da África, pois ela permite compreender o desenvolvimento histórico dos povos africanos e sua relação com outras civilizações a partir de uma visão panorâmica, diacrônica e objetiva, obtida de dentro do continente. A coleção foi produzida por mais de 350 especialistas das mais variadas áreas do conhecimento, sob a direção de um Comitê Científico Internacional formado por 39 intelectuais, dos quais dois terços eram africanos.


FAÇA O DOWNLOAD DOS VOLUMES:

Volume I: Metodologia e Pré-História da África 


Volume II: África Antiga


Volume III: África do século VII ao XI

Volume IV: África do século XII ao XVI


Volume V: África do século XVI ao XVIII


Volume VI: África do século XIX à década de 1880


Volume VII: África sob dominação colonial, 1880-1935


Volume VIII: África desde 1935


sábado, 5 de novembro de 2011

O ocultismo de Raul Seixas





Raul Seixas é sem sombras de dúvidas uma das maiores referências do rock nacional de todos os tempos, que marcou (e ainda marca) toda uma geração. Contudo, hoje não falaremos especificamente da sua carreira em si, marcada de altos e baixos, mas sim do lado obscuro de sua vida.

Existem muitos mistérios a cerca da sua misteriosa figura. Muitos acreditam que Raul Seixas tenha sido um ocultista, já que ele e o seu então parceiro de composições Paulo Coelho eram membros de sociedades anteriores (Raul da Grã Ordem Kavernista e Paulo da Sociedade da Besta do Apocalipse) e juntos fundaram a “Sociedade Alternativa” baseada nos pensamentos de Aleister Crowley. E é impossivel falar de Raul sem falar de Crowley.

Aleister Crowley foi um filósofo inglês do século 19, considerado por muitos um bruxo e satanista. Seu pensamento e pregação se resumiam basicamente no conteúdo da obra chamada “Livro da Lei” e na doutrina conhecida por Thelema (palavra grega que significa “vontade”) e que pode ser resumida em “Faz o que quiseres que tudo deve ser da lei. Todo homem é um indivíduo único e tem direito a viver como quiser”.

Os princípios hedonistas de Crowley, com a pregação do aproveitamento dos prazeres terrenos, incluindo sexo e drogas, foram base para todas as doutrinas satanistas que se seguiram, embora Crowley não tenha de maneira clara em sua obra se declarado satanista, sendo mais apenas um anti-cristão, tendo tomado para si próprio a denominação de “Número 666″.

No rock do Brasil a maior personalidade ligada ao pensamento de Crowley foi Raul Seixas. A música “Sociedade Alternativa”, entre outras, são exemplos disto. Ao final da música Raul grita para o público: “O Número 666 chama-se Aleister Crowley. A lei de Thelema… esta é a nossa lei e a alegria do mundo. Faz o que tu queres, há de ser tudo da lei. Todo homem e toda mulher é uma estrela”. Tratam-se de trechos da obra de Crowley.







fonte: minilua



sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O melhor da Mitologia Nórdica (livro)




  • As Melhores Histórias da Mitologia Nórdica reúne, num único volume, as principais lendas relativas à mitologia dos povos que habitaram, nos tempos pré-cristãos, os atuais países escandinavos (Noruega, Suécia e Dinamarca), além da gélida Islândia. Este conjunto de mitos também teve especial desenvolvimento na Alemanha, que foi a grande divulgadora da cultura dos nórdicos. Com a expansão das navegações vikings, esta difusão alcançou os povos de língua inglesa e deixou sua marca na própria denominação dos dias da semana destes países (Thursday, por exemplo, é o "dia de Thor", e Friday, "dia de Freya".)
    Fonte de inspiração para as mais variadas áreas, a mitologia nórdica influenciou uma legião de artistas na criação de suas próprias obras, tal como o escritor inglês J. R. R. Tolkien e o argentino Jorge Luís Borges. Também o compositor alemão Richard Wagner utilizou as lendas vikings para compor a famosa tetralogia operística O Anel dos Nibelungos, que apresentamos sob a forma romanceada de uma pequena novela, na segunda parte deste volume. Nestas histórias, não faltam ação, romance e até a presença de uma insuspeita veia cômica, já que a maioria dos personagens transitam pelo grotesco, numa profusão de anões, gigantes e elfos. Eis aqui uma das principais "raízes" das modernas sagas de RPG.
  • Editora: Artes e Ofícios
  • Autor: A. S. FRANCHINI & CARMEN SEGANFREDO
  • ISBN: 8574211036
  • Origem: Nacional
  • Ano: 2004
  • Edição: 1







segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Gravação da boneca de Thomas Edison é decifrada



A Boneca Fonó­grafo foi a primeira ten­ta­tiva de fazer uma boneca falante.
Inventada por Thomas Edi­son, A boneca uti­lizava um fonó­grafo em miniatura para falar e, possivelmente, é a primeira gravação de áudio feita com propósi­tos comerciais.
Um exem­plar da boneca (agora com 123 anos) foi encon­trado em 1967 na ofic­ina de Edi­son em New Jer­sey (hoje em dia o local é um Parque-Museu Histórico).
Recen­te­mente, um des­gas­tado cilin­dro de metal foi dig­i­tal­izado opti­ca­mente e restau­rado, permitindo a repro­dução de um pequeno áudio de 12 segun­dos com a mais antiga gravação con­hecida da voz de uma mulher.Para ser capaz de recu­perar a voz dessa boneca, muda há décadas, o curador do Museu de Edi­son, Jerry Fab­ris, levou o del­i­cado cilin­dro aos cien­tis­tas Earl Cor­nell e Carl Haber do Lawrence Berke­ley National Lab­o­ra­tory na Califórnia. Os cien­tis­tas desen­volveram uma téc­nica de escanea­mento 3D que era capaz de ler os sul­cos e pro­tu­berân­cias do cilin­dro sem, de fato, tocá-lo fisi­ca­mente. O escanea­mento 3D foi capaz de ler topografi­ca­mente regiões tão finas quanto 1/125 de um fio de cabelo para, depois, jun­tar e recriar as vari­ações na forma de ondas de áudio.
Pra quem quiser ouvir a voz desafinada da boneca cantado “brilha, brilha estrelinha” aí vai o vídeo.



sábado, 17 de setembro de 2011

Livro com nova versão sobre OVNI caído em 1947

Autora lança livro sobre a Área 51, a base secreta dos EUA mais famosa do mundo, e cria polêmica com nova versão para captura de ETs no Novo México




A suposta queda de um UFO em Roswell, no Novo México, em 1947, acaba de ganhar mais uma versão, que está reacendendo o debate sobre aquele que é considerado o episódio mais famoso e controverso da Ufologia nos Estados Unidos.
As "revelações" divulgadas pela jornalista Annie Jacobsen em seu livro "Area 51, An Uncensored History of America's Top Secret Military Base" (Área 51, história sem censura da mais secreta base militar da América) agora misturam nazistas, soviéticos e um plano para gerar pânico e caos.
Noticiado pela primeira vez poucos dias depois do ocorrido, o Incidente em Roswell, como mais tarde viria a ficar conhecido, foi imediata e oficialmente creditado, pela própria USAF, a Força Aérea dos EUA, a uma visita alienígena.
Algumas horas depois, essa versão foi desmentida e transformou-se numa ocorrência das mais comuns, envolvendo um balão meteorológico.
Mais de 30 anos adiante, o caso foi revisado e, pelas mãos dos pesquisadores Stanton Friedman e Willian Moore, ganhou o status pelo qual realmente se tornaria conhecido: uma queda de OVNI legítima em solo americano, com resgate de criaturas extraterrestres, seguido de uma campanha de acobertamento nunca antes vista por parte do Governo.
A partir dessa história se desdobraram inúmeras outras teorias que povoam o ideário conspiracionista: a descoberta de como funcionariam os discos voadores, tecnologia alienígena patenteada, autópsias em entidades biológicas extraterrestres, acordos secretos entre ETs e Governo, governo secreto e por aí afora...
No final dos anos 1980 e início dos anos 1990, o Incidente em Roswell ganharia proporções ainda mais fantásticas, com a alegação de que o UFO resgatado, bem como seus tripulantes, teriam sido levados para uma instalação altamente secreta do governo dos EUA, localizada em Groom Lake, Nevada: a Área 51.
A história se notabilizou com o físico Robert Scott Lazar, também conhecido por Bob Lazar. Ele alegou ter trabalhado de 1988 a 1989 em uma área chamada S-4, localizada perto de Groom Lake.
Segundo Lazar, S-4 servia como um esconderijo militar para o estudo de discos voadores extraterrestres.
Ele disse ter visto pelo menos 9 tipos de discos lá, onde teria trabalhado na engenharia reversa dos objetos (desmontar para entender o funcionamento), além de fornecer detalhes sobre o sistema de propulsão das supostas naves.
A história de Lazar nunca foi completamente aceita pela comunidade ufológica norte-americana, mas rendeu muita publicidade à Área 51, que rapidamente transformou-se na base secreta mais conhecida do mundo.

Projeto Mogul e manequins de testes

Em 1997, no dia 24 de junho, quando muitos ufólogos celebravam o 50º aniversário da Ufologia, a USAF tentou uma cartada final sobre o "Roswell Incident", divulgando o documento "The Roswell Report, Case Closed" (Relatório Roswell, Caso Encerrado).
Segundo as 231 páginas de relatório, o episódio ocorrido no Novo México não decorria de apenas um evento, mas dois.

Jesse Marcel mostra à imprensa os destroços de um balão para desmentir a notícia do disco voador

Primeiro, a queda de um novo tipo de balão dos EUA na fazenda de William "Mac" Brazel, em Roswell, originário de um projeto secreto chamado Mogul, que visaria detectar possíveis explosões nucleares soviéticas. Os balões também foram utilizados para experimentos com raios cósmicos.
Segundo - e daí viriam as histórias de captura de ETs que permeiam o "folclore" do Novo México - testes com bonecos de testes lançados a partir de balões a alta altitude, como parte do desenvolvimento de cápsulas de escape para os futuros veículos espaciais.
Entre junho de 1954 e fevereiro de 1959, sessenta e sete bonecos foram lançados de balões na região do Novo México.
O relatório detalha que os manequins de prova eram transportados em caixas de madeira, semelhantes a caixões, com roupas de alumínio para evitar danos aos sensores montados em seu interior.
Quando fora das caixas, eram carregados em macas e cobertos com sacos plásticos. Estes fatos, além de sua aparência, teriam contribuído para sua identificação como corpos de alienígenas.

A testemunha de Annie Jacobsen

A versão agora divulgada pela jornalista Annie Jacobsen, editora-colaboradora da revista Los Angeles Times, em seu livro sobre a Área 51, muda completamente a abordagem sobre o incidente em Roswell.
Sua obra apresenta, em 523 páginas, relatos de um total de 74 testemunhas que esmiuçam o funcionamento da base secreta e as provas ali realizadas.
De testes com aeronaves stealth a explosões termo-nucleares na alta atmosfera. Do total, apenas 2 páginas mencionam Roswell e a captura de corpos. E eles não eram extraterrestres.
Conforme revelou Jacobsen, segundo uma de suas fontes - um engenheiro que ela pretende manter anônimo, mas garante ter as credenciais para falar do assunto - o que caiu no Novo México foram disco voadores terrestres baseados nos projetos dos irmãos Horten, do partido nazista. Eles trabalhavam com naves discoides desde 1942.
Depois da queda da Alemanha, em 1945, foram procurados por diversos outros países, incluindo América Latina (sic!), para projetos de novas aeronaves.
Mais ainda, a fonte de Jacobsen revelou que não apenas uma dessas naves nazistas caiu em 47, como seus tripulantes eram nada menos que duas crianças de cerca de 13 anos, resultado de um programa de experiências com humanos que teria sido desenvolvido pela extinta União Soviética.
Um programa para produzir humanos deformados o suficiente para parecerem-se com extraterrestres, numa operação supostamente coordenada por ninguém menos que Josef Mengele.
A idéia era reproduzir em larga escala a histeria coletiva gerada em 1938, com a narrativa de Orson Welles para "A Guerra dos Mundos", na novela de rádio.
Em entrevista ao programa "Fresh Air", da rádio NPR, nos EUA, Jacobsen relatou que "o plano, segundo a minha fonte, era criar pânico nos Estados Unidos com a crença de que um OVNI havia pousado com aliens dentro.
E um dos documentos mais interessantes é o memorando do segundo chefe da CIA, Walter Bedell Smith, para o Conselho de Segurança Nacional, falando sobre o medo de que os soviéticos poderiam criar um embuste contra a América, envolvendo um OVNI, que sobrecarregaria nosso sistema de alerta de defesa aérea, fazendo com que a América ficasse vulnerável a um ataque".
A revelação mais contundente é de que não é por isso que a história teria sido acobertada. Com a União Soviética manipulando crianças para virarem pilotos "alienígenas", aparentemente, segundo a autora, o governo americano teria decidido levar a cabo suas próprias experiências humanas!
Diante de alegações tão ou mais fantásticas que a própria visitação alienígena, o livro foi recebido com descrédito pela comunidade ufológica, e está fomentando intensos debates, sobretudo nas listas de Ufologia internacionais.
Embora tenha recebido elogios em relação à pesquisa sobre a Área 51, a tese da autora para Roswell é criticada por apoiar-se no depoimento de apenas uma testemunha.
Os defensores da hipótese extraterrestre argumentam que há pelo menos seis centenas de testemunhas que corroboram a teoria de um acidente alienígena.
Outros, mais ácidos, como Billy Cox, questionam a própria qualidade da jornalista como escritora.
Enquanto isso, a USAF continua dizendo que eram balões e manequins de testes. Em diferentes épocas, inclusive.

O que é a Área 51 ?




Área 51 é uma base militar e um destacamento remoto da Base da Força Aérea de Edwards. Está localizada na porção sul de Nevada, no oeste dos EUA, 133 km ao norte-noroeste da cidade de Las Vegas.
Na região central, na costa sul de Groom Lake, fica uma gigantesca pista de pouso. Objetivo principal da base é apoiar o desenvolvimento e testes de aeronaves experimentais e sistemas de armas.
Embora as instalações sejam gerenciadas pela Base Aérea de Nellis, a instalação do campo de pouso parece justamente ser operada pelo centro de testes aéreos da Edwards, no Deserto de Mojave, cerca de 300 km a sudoeste de Groom Lake.
Embora o nome Área 51 seja usado na documentação oficial da CIA, o local também é conhecido por outros nomes, tais como Dreamland, Paradise Ranch, Home Base, Groom Lake, e, mais recentemente Homey Airport.
Seu espaço aéreo é restrito e, por terra, placas sinalizam que o uso de força letal contra invasores é permitido.


quinta-feira, 15 de setembro de 2011

O discurso do REItor





O discurso do REItor (Compacto)

No dia 13 de setembro, como estava previsto, esteve presente na UPE – Campus Petrolina o magnífico REItor Carlos Calado. A comissão de estudantes tirada na assembléia do dia anterior tentou marcar com ele uma conversa depois da apresentação do censo a que ele se recusou de maneira grosseira dizendo que já havia se comprometido a resolver o problema e que, para tanto, nós devíamos “deixá-lo trabalhar”, em seguida nos deu as costas. O REItor havia se oposto à nossa participação. Tentamos falar com ele e novamente fomos tratados de maneira grosseira, ele nos virou as costas entrou e trancou as portas, numa atitude comparável a de um rei absolutista como Luís XIV, que em hipótese alguma podia ter suas vontades contrariadas.
Ficamos sabendo posteriormente que nos dados apresentados a demanda de professores seria menor do que parece e que o problema seria resolvido em grande medida com a redistribuição de carga horária entre os professores que compõem atualmente o quadro de efetivos desta unidade, que como temos presenciado na grande maioria dos casos já se encontram sobrecarregados de trabalho. Era este o deprimente discurso que o REItor pretendia nos enfiar goela abaixo, o que está em total consonância com as atitudes autoritárias tomadas anteriormente por ele.
Nós estudantes da UPE – Campus Petrolina estamos indignados com a forma absurda pela qual fomos tratados, fomos excluídos da participação em um debate do qual somos os maiores interessados. Dessa forma é impossível que de fato se possa construir uma Universidade que pretende formar indivíduos com o papel de cumprir com a missão social de intervir na realidade que nos rodeia e que sejam capazes de modificá-las.
Gostaríamos ainda de nos solidarizar com todos os professores submetidos ao constrangimento daquela reunião a portas trancadas e, em particular, aqueles que foram impedidos de entrar, pois foram tratados com total desrespeito pelo REItor, professor como eles e que, portanto, é um colega de trabalho.





Fonte: atoestudantil

A batalha foi ganha, não a guerra.





A milícia estudantil da UPE campus Petrolina continua na ofensiva contra toda podridão administrativa do Estado de Pernambuco. Semana passada foram feitas mais mobilizações. No desfile de 7 de setembro, os alunos aproveitaram o ensejo para denunciar o desprezo do governador Eduardo Campos em relação ao ensino superior. No dia 9, fechando o calendário de protestos desse mês, discentes e professores fizeram uma caminhada com faixas e carro de som pela avenida São Francisco.
Ontem, dia 12 , às 19:00 horas fora realizada a III Assembleia Geral Estudantil no Auditório da UPE.  Sentimentos de gratidão, insegurança e inconformismo pairavam naqueles discursos menos enérgicos, mas ainda decididos a mudarem à longo prazo o estado putredinoso da UPE.Por contraste visual, a proposta de permanecer em estado de greve e continuar com um calendário de ações fora aprovado. E como o reitor Carlos Callado homologou o convite de docentes temporários que já assinaram contrato nessa última quinta-feira, as aulas voltam ao "normal" a partir de hoje (13/09). Apesar dessa homologação e algumas promessas da reitoria, os militantes não baixaram a guarda e continuarão na luta por professores efetivos, melhor infra-estrutura, acervo bibliotecário e papel higiênico, diga-se de passagem. Aliás, papel higiênico não falta para um homem do lastro político de Eduardo Campos, pois um homem como ele precisa de muito papel para higienizar as "cagadas" que faz na administração pública de Pernambuco. A carapaça também serve para a gestão da unidade de Petrolina que parece ser conivente com tal imoralidade.
O governador que se prepare, pois esses alunos estão dispostos a ir até Brasília, se possível, para ver mudanças. Não são vermes que se rastejam para implorar favores, pelo contrário, são soldados munidos de coragem, conhecimento e sede de justiça. E estão cansados de serem tratados como a escória da sociedade, de não receberem uma qualificação profissional digna e , pior, sentirem vergonha de estudarem nessa instituição. Agora reverbera-se o grito de Zapata: ya basta!
Diante desse esmero estudantil, resta parabenizar todos os alunos da UPE campus Petrolina e adverti-los de que a batalha continua.

fotos de Janily Carvalho, graduanda da UPE

Tadeu Henrique é graduando  e membro da equipe de editoração da Revista Historien.



Fonte: Historien

Ponte Presidente Dutra: o auge de revolta (UPE)




Dando seguimento ao calendário de mobilizações estudantis, ontem, às 12:30 do dia, alunos dos diversos cursos do campus de Petrolina, reuniram-se na Concha Acústica a fim de interditarem a Ponte Presidente Dutra como expressão de revolta ante o caos que a instituição tem vivido.
Liderados pelos enfrentantes dos DA e CAs, dezenas de estudantes e alguns professores portando apitos, faixas, câmeras e megafone dominaram o centro de Petrolina. O protesto começou no sinal principal da Av. Guararapes em frente da prefeitura e partiu para a Rua Antônio de Santana Filho, Av. Souza Filho, voltando para Guararapes e findando na Ponte Presidente Dutra, o auge da revolta.
A paralisação da ponte foi o ponto crítico, pois por ser horário de pico, muitos motoqueiros e motoristas que estavam indo almoçar, ficaram com os ânimos à flor da pele. O congestionamento foi colossal para os dois lados. Alguns motociclistas chegaram a jogar as motos contra os militantes que mesmo com essa violência e a presença das polícias militares da Bahia e rodoviária federal não retrocederam. O incidente durou 40 minutos e só acabou quando a TV Grande Rio chegou para cobrir o evento que também foi transmitido em Recife pelo NE TV 2ª edição. Um vitória impactante para os alunos que queriam o apoio da mídia.
Para alguns esse ato foi radical, mas deve-se entender que somente atitudes radicais conseguem mexer com as estruturas engessadas do Estado. No entanto, um movimento dessa envergadura não pode ser feito de qualquer jeito, sem discernir os possíveis impasses com a sociedade, que no caso deve ser aliada e não inimiga. Claro que esse ato não foi realizado de forma leviana, teve toda uma preparação.


(Fotos enviadas por Socorro Oliveira, da equipe de Revisão da Revista Historien, tiradas pelos membros do CA de História da UPE Petrolina)
(Tadeu Henrique é membro da equipe de Editoração da Revista Historien e graduando na UPE).


Entrevista transcrita da aluna da UPE na Rádio Jornal (parte I)




Repórter: [...] Vocês percebem que a sociedade também tem se tornado mais consciente com relação ao problema que vocês enfrentam, e têm aderido a essa luta?

CAMILA: Sim, até porque é da Universidade de Pernambuco que saem os profissionais da educação que a gente tem aqui no nosso estado e nos outros estados. Profissionais de saúde, Né? Os enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas...Então a gente tá querendo mostrar pra sociedade que a universidade hoje, ela passa por problemas que não só “atrasa” a gente, e sim a todos. Porque, qual profissional de educação que vai sair dessa universidade, na qual a gente não tem um nível excelente, Né? O nível que a gente pretende dentro da universidade em si. Agora mesmo, a gente está... Tem curso que “tá” com mais de 50% das disciplinas sem professores e daí por diante.


Falta laboratório pro curso de saúde, faltam laboratórios até pros cursos de licenciatura [trecho inaudível]. Então a gente pretende mostrar pra sociedade que não é um problema somente nosso, não é problema só dos estudantes, e sim de todo o povo; porque afeta, como eu disse a sociedade em geral.

REPÓRTER: [...] Os alunos reivindicam não somente essa questão de ter os professores efetivamente dentro da sala de aula, mas sobretudo, a infra-estrutura das licenciaturas, dos cursos que são colocados...Da infra estrutura como um todo, né?


CAMILA: Isso, e os cursos de Saúde também, né? Porque a universidade hoje, ela vem abrindo cursos em todas as áreas. O problema do governo é interiorizar a educação, mas que educação é essa? É isso que a gente questiona também [trecho inaudível].
Abrem-se cursos, não tem professores, não tem estrutura, não tem laboratórios... Então acaba que a universidade, ela hoje passa por problemas que vêm se agravando há muito tempo. [...] Dez cursos dentro da nossa unidade e dentro desses dez cursos a gente só tem 98 professores. O governo do estado, ele abriu uma seleção simplificada para garantir...

Obs.: fotos de Janily Carvalho, graduanda da UPE.
Transcrição de Socorro Fonseca, graduanda e membro da Revista Historien.(UPE)




Fonte: Historien