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domingo, 20 de novembro de 2011

O culto da morte



James Warren "Jim" Jones (Crete, Indiana, 13 de maio de 1931 - Jonestown, 18 de novembro de 1978) foi um líder de seita estadunidense e fundador da igreja Templo dos Povos (Peoples Temple), e mentor do suicídio em massa da comunidade de Jonestown, na Guiana, em 18 de novembro de 1978, com o resultado de 918 mortes, em sua maioria por envenenamento.
Os membros da comunidade foram induzidos a beber um composto líquido (na forma de suco de sabor uva), contendo potássio, cloreto de cianeto e substâncias sedativas. Os que eram pequenos demais receberam na boca ou através de seringas.
A cifra final de mortos chegou a 918, incluindo mais de 270 crianças e quatro que se suicidaram no escritório da seita em Georgetown. Mais de 400 corpos não identificados foram sepultados em Oakland (Califórnia).
Nem todos os integrantes da comunidade morreram na tragédia. No mínimo cinco membros conseguiram fugir ao cerco da guarda e fugir para a floresta durante o ritual de suicídio coletivo que durou, segundo essas testemunhas, cerca de 5 minutos.
O corpo de Jones foi encontrado junto ao pavilhão maior, com um tiro único na cabeça.


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

A história dos livros apócrifos

Nas Bíblias de edição da Igreja Romana, o total de livros é 73, porque essa igreja, desde o Concilio de Trento, em 1546, incluiu no cânon do Antigo Testamento 7 livros apócrifos, além de 4 acréscimos ou apêndices a livros canônicos, acrescentando, assim, ao todo, 11 escritos apócrifos.
A palavra "apócrifo" significa, literalmente, "escondido", "oculto", isto em referência a livros que tratavam de coisas secretas, misteriosas, ocultas. No sentido religioso, o termo significa "não genuíno", "espúrio", desde sua aplicação por Jerônimo.
Os apócrifos foram escritos entre Malaquias e Mateus, ou seja, entre o Antigo e o Novo Testamento, numa época em que cessara por completo a revelação divina; isto basta para tirar-lhes qualquer pretensão de canonicidade. Josefo rejeitou-os totalmente. Nunca foram reconhecidos pelos judeus como parte do cânon hebraico. Jamais foram citados por Jesus nem foram reconhecidos pela igreja primitiva.



Jerônimo, Agostinho, Atanásio, Júlio Africano e outros homens de valor dos primitivos cristãos, opuseram-se a eles na qualidade de livros inspirados. Apareceram a primeira vez na Septuaginta, a tradução do Antigo Testamento feita do hebraico para o grego.
Quando a Bíblia foi traduzida para o latim, em 170 d.C, seu Antigo Testamento foi traduzido do grego da Septuaginta e não do hebraico. Quando Jerônimo traduziu a Vulgata, no início do Século V (405 d.C), incluiu os apócrifos oriundos da Septuaginta, através da Antiga Versão Latina, de 170, porque isso lhe foi ordenado, mas recomendou que esses livros não poderiam servir como base doutrinária.
São 14 os escritos apócrifos: 10 livros e 4 acréscimos a livros. Antes do Concilio de Trento, a Igreja Romana aceitava todo, mas depois passou a aceitar apenas 11: 7 livros e os 4 acréscimos. A Igreja Ortodoxa Grega mantém os 14 até hoje.


Os 7 livros apócrifos constantes das Bíblias de edição católico-romana são:


1) TOBIAS (Após o livro canônico de Esdras)
2) JUDITE (após o livro de Tobias)
3) SABEDORIA DE SALOMÃO (após o livro canônico
4) ECLESIÁSTICO (após o livro de Sabedoria)
5) BARUQUE (após o livro canônico de Jeremias)
6) 1 MACABEU
7) 2 MACABEU (ambos, após o livro canônico de Malaquias)

Os 4 acréscimos ou apêndices são:


1) ESTER (a Ester, 10.4 - 16.24)
2) CÂNTICO DOS TRÊS SANTOS FILHOS (a Daniel, 3.24-90)
3) HISTÓRIA DE SUZANA (a Daniel, cap. 13) e
4) BEL E O DRAGÃO (a Daniel, cap. 14)



Como já foi dito, dos 14 apócrifos, a Igreja Romana aceita 11 e rejeita 3, isto, após 1546 d.C. Os livros rejeitados são:


1) 3 ESDRAS
2) 4 ESDRAS E
3) A ORAÇÃO DE MANASSES


Os livros apócrifos de 3 e 4 Esdras são assim chamados porque nas Bíblias de edição católico-romana o livro de ESDRAS é chamado 1 ESDRAS; o de NEEMIAS, de 2 ESDRAS. A Igreja Romana aprovou os apócrifos em 18 de abril de 1546, para combater o movimento da Reforma Protestante, então recente. Nessa época, os protestantes combatiam violentamente as novas doutrinas romanistas: do Purgatório, da oração pelos mortos, da salvação mediante obras, etc. A Igreja Romana via nos apócrifos bases para essas doutrinas, e, apelou para eles, aprovando-os como canônicos.
Houve prós e contras dentro da própria Igreja de Roma. Nesse tempo os jesuítas exerciam muita influência no clero. Os debates sobre os apócrifos motivaram ataques dos dominicanos contra os franciscanos. O cardeal Pallavacini, em sua "História Eclesiástica", declara que em pleno concilio, 40 bispos, dos 49 presentes, travaram luta corporal, agarrados às barbas e batinas uns dos outros... Foi nesse ambiente "espiritual" que os apócrifos foram aprovados! A primeira edição da Bíblia romana com os apócrifos deu-se em 1592, com autorização do Papa Clemente VIII.
Os reformadores protestantes publicaram a Bíblia com os apócrifos colocando-se entre o Antigo e Novo Testamento; não como livros inspirados, mas bons para a leitura e de valor literário e histórico. Isto continuou até 1629. A famosa versão inglesa de King James,de 1611, ainda os conservou. Após 1629, os evangélicos os omitiram de vez nas Bíblias editadas, para evitar confusão entre o povo simples que nem sempre sabe discernir entre um livro canônico e um apócrifo.
A aprovação dos apócrifos pela Igreja Romana foi uma intromissão dos católicos em assuntos judaicos, porque, quanto ao cânon do Antigo Testamento, o direito é dos judeus e não de outros. Além disso, o cânon do Antigo Testamento estava completo e fixado há muitos séculos.
Entre os católicos corre a versão de que as Bíblias de edição protestante são falsas. Quem, contudo, comparar a Bíblia editada pelos evangélicos com a editada pelos católicos há de concordar em que as duas são iguais, exceto na linguagem e estilo, que são peculiares a cada tradução. O que alegam contra a nossa Bíblia é que lhe faltam livros e partes de outros, mas essa falta é de livros e de parte de livros apócrifos, como mencionamos.


Fonte: Livro "A Bíblia através dos Séculos"

    fonte: regulae fidei

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Ponha em ordem seu mundo interior (livro)

Se você acha que sua vida está um fracasso, se você sente que está afundando num turbilhão de emoções negativas e sente a cada dia que não conseguirá sair dessa prisão interior, precisa ler esse livro. Faça o download do livro abaixo:









sábado, 17 de setembro de 2011

Ateu entrevistado por Jô Soares - (vídeo e crítica)

  Por Tadeu Henrique




Não sou contra as opiniões pessoais  acerca da cristianismo. Só não se admite duas coisas: deboche e falta de embasamento teológico. O Sr. Marton é um cara que, perceptivelmente, não entende nada de teologia bíblica, um "noob" no assunto. Algumas coisas chamaram a atenção em seu discurso. Primeiro, o fenômeno da glossalalia não se resume apenas a línguas humanas (gr.dialektos), mas a línguas celestiais ou angelicais como diz o apóstolo Paulo na primeira carta aos Coríntios no cap. 13.
Esse jornalista, além de nunca ter provado em suas práticas religiosas uma experiência regenerativa, não aprendeu ainda o significado da palavra respeito. Menosprezar em rede nacional a fé de milhões de pessoas, não levando em conta que estas tem não somente fé mas sentimentos colocados no divino, é pura ignorância e falta de humanidade. Que papelão, Sr. Marton!
E ainda tratou as igrejas cristãs como objeto de negócio de todos os líderes e pastores. A generalização sempre é injusta com as pessoas que não compartilham com o que é errado. Em toda a entrevista ele não apresentou um motivo plausível para sua "reversão" ideológica. Vi um homem com muitos sofismas, mas nenhum fundamento.
Outra coisa, uma pessoa que sobe em telhados esperando o mundo acabar só porque a lua estava  meio vermelha está mais para astrólogo do que para cristão. Tenho minhas dúvidas se ele era um leitor ávido da Escritura. Por esse e outros argumentos, seu livro "Ímpio" não merece nosso tempo precioso.  Um leitor que se preza não se daria ao "luxo" de ler inutilidades. Um conselho final para o Sr. Fábio Marton: "arrependei-vos"!

Tadeu Henrique, graduando em História (UPE) e membro editorial da Revista Historien.

sábado, 10 de setembro de 2011

Download - DVD de Metal Nobre (Nas mãos do Senhor)



Metal Nobre é uma banda de rock e metal cristão, nascida dentro da igreja Assembléia de Deus de Brasília, em 1997. Foi fundada por JT, Kenny Gouveia, Pedro Pantoja e Maurício Barbosa. A banda é herdeira de outra, JT e Banda, cujos músicos, antes da primeira gravação, optaram por mudar de nome. A banda fez um considerável sucesso no Distrito Federal e no Brasil, vendendo trinta mil discos no seu segundo álbum, marca considerável para uma banda de metal cristão. O Nome da banda foi retirado de um sonho que o baixista kenney Gouveia teve em 1997.









segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Diferença exegética entre as palavras Inferno,Lago de Fogo, Hades, Sheol e Geena




Nas línguas originais da Bíblia, o inferno é chamado de Geena, havendo outra palavra, Hades, que diz respeito a outra coisa. Infelizmente em nossa tradução se usa indistintamente inferno para Geena e para Hades. Hades é diferente do inferno (ou Geena). O inferno é o lugar onde serão lançados os mortos após o juízo final do grande Trono Branco, e esse lugar não foi preparado para os homens e sim para o Diabo e seus anjos. Deus não destinou o homem para a perdição, mas este, caindo em pecado e não aceitando a graça salvadora que enviou Cristo até a cruz para nos remir, será lançado no lago de fogo que arde eternamente, junto com os anjos caídos.

O Hades ou Seol (Mateus 11.23 no grego) não é tanto um lugar físico como a designação do estado da alma após a morte. É o mundo invisível dos espíritos dos que morreram. Um estado intermediário entre a vida e a ressurreição, (para os salvos) ou o juízo, (para os que perecem). O ladrão na cruz ouviu a promessa do Senhor: "...ainda hoje estarás comigo no paraíso." Seu corpo não foi ressuscitado, e não o será até o arrebatamento, como lemos em 1 Tessalonicenses 4.16, mas a sua alma estava já desfrutando do gozo da presença de Cristo. Assim é com os que morrem "em Cristo"; salvos! O rico de Lucas 16 declara estar atormentado na chama (vers. 24). Mas lemos em Apocalipse 20.13,14 que "...deu o inferno (no original, Hades) os mortos que nele havia, e foram julgados cada um segundo as suas obras. E a morte e o inferno (hades) foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte".
A segunda morte é o estado final e eterno em que ficarão os que perecem, para toda a eternidade. Não há retorno; não há consolo; não há a menor esperança de alívio. Não há luz nem entendimento. Não há nada que possa esconder o homem de seu pecado, e todos os seus sentidos estarão em atividade, fazendo‑o sofrer. Repare como o rico em Lucas 16 sentia sede e pesar por seus irmãos, podendo ainda falar, ouvir, etc. Mas havia um grande abismo que o separava do consolo de Lázaro.

Os que morrem vão para o hades, mas aguardam o juízo final em um estado consciente de tormento. Somente após o Trono Branco (Apocalipse. 20) é que serão lançados no inferno propriamente dito, que será muito maior em sofrimento do que o experimentado no Hades. Da mesma forma, os que morrem em Cristo, vão à Sua bendita presença, como Paulo disse, "...partir (morrer) e estar com Cristo" (Fl 1.3). Mas no arrebatamento, que será antes da tribulação, os que morreram em Cristo serão ressuscitados dentre os mortos, como Cristo, cujo corpo ficou sepultado três dias e três noites, mas disse ao ladrão, "ainda HOJE estarás comigo no paraíso". Cristo é as primícias dos que dormem, (1 Coríntios 15.20) ou seja, Ele ressuscitou primeiro, e nós seremos igualmente ressuscitados pelo mesmo poder que O ressuscitou. Passaremos por uma mesma experiência (1 Coríntios 15.23). O estado do crente após a sua morte, é de gozo, mas não é igual ao estado que ele estará após a ressurreição, que se dará, para os salvos, no arrebatamento.

Fonte:(Concise Bible Dictionary) Via: http://www.respondi.com.br


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Menina de 14 anos é torturada pelo pai por ter aceitado a Cristo





Uma menina de 14 anos ainda é incapaz de andar, 10 meses depois de ter sido torturada pelo pai, por ter deixado o Islã e colocado sua fé em Jesus, de acordo com os cristãos da área.

Susan Ithungu, da aldeia de Isango, em Uganda, foi hospitalizada no Hospital Kagando em outubro de 2010, quando os vizinhos e a polícia a salvaram de seu pai, Beya Baluku. Ele foi preso depois, mas libertado rapidamente, disseram as fontes.

Susan e seu irmão mais novo, Mbusa Baluku, moravam sozinhos com seu pai, depois que ele se divorciou de sua mãe. Em março de 2010, um evangelista da Igreja do Evangelho Pleno de Bwera falou na escola de Susan e ela decidiu confiar em Cristo para ser salva.

“Eu ouvi a mensagem do amor de Cristo, de que ele havia morrido para nos dar paz eterna e decidi acreditar em Cristo”, disse ela, na cama do hospital. “Depois de um mês, chegou ao meu pai a notícia de que eu tinha me convertido e isso foi o início dos meus problemas com ele. Nosso pai nos advertia para que não fôssemos à igreja, nem ouvíssemos o evangelho. Ele até nos ameaçou com uma faca afiada.”

O Pastor José, da Igreja do Evangelho Pleno em Kasese, disse que os vizinhos a levaram ao hospital do governo, depois que a garota foi libertada.

“Ele a trancou em um quarto muito apertado durante seis meses, sem deixá-la ver a luz do sol”, disse o pastor. “O irmão mais novo foi advertido para não dizer a ninguém que Susan estava trancada em um quarto sem nada para comer.”

Mbusa disse que, quando seu pai saía, ele dava algumas bananas a sua irmã. “Eu também cavei um buraco no chão para passar água para ela. Mas, na maioria dos dias, ela só conseguia beber a lama”, disse ele.

Um vizinho, que pediu anonimato, disse que toda a vizinhança ficou preocupada por não vê-la por muito tempo. “O irmão dela, então, nos revelou que Susan estava trancada em um dos quartos da casa. Em seguida, relatamos o caso à polícia, que foi até a casa e libertou a menina.”

Susan foi imediatamente para o hospital do governo, onde o pastor José a visitou. ”Susan estava muito magra e não conseguia falar ou andar. Seu cabelo tinha ficado amarelo, tinha unhas longas e olhos encovados. Ela estava com menos de 20 quilos.”

O pastor continuou: “Pela graça de Deus, Susan ainda está viva. Embora ainda não possa andar, ela consegue falar agora. Ela ainda está se alimentando de comidas leves. A grande notícia é que Susan está firme em Jesus. Ela precisa de orações e apoio, para que possa retornar à sua rotina o mais breve possível.”
Fonte: Gospel +

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O destino do homem em quadrinhos


  
"Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim." (João 14.6)

Será que você terá vergonha de enviar essa mensagem pra alguém.

Vida sem Deus...
Cena 1

Cena 2

Cena 3

Cena 4

Cena 5

Cena 6

Cena 7

Cena 8

Cena 9

Cena 10

Cena 11

Cena 12

Cena 13

Cena 14

Cena 15

Cena 16

Cena 17



A Vida com Deus...

Cena 20

Cena 21




Lembre-se" Porque, qualquer que de mim e das minhas palavras se envergonhar, dele se envergonhará o Filho do homem, quando vier na sua glória, e na do Pai e dos santos anjos. Lucas 9:26."



 



sexta-feira, 29 de julho de 2011

A construção de Astaroth (demônio) na Cristandade


Dizem certos autores de demonologia que Astaroth é o representando do sexto pecado, o Orgulho, e é um dos príncipes do Inferno, sendo Satanás o imperador; seus principais ajudantes são três demônios chamados Aamon, Pruslas e Barbatos. No Dicionário Infernal, Astaroth é representado como um homem desnudo com asas, mãos e pés de dragão e um segundo par de asas com plumas abaixo do principal, levando uma coroa, segurando uma serpente com uma mão e cavalgando sobre um lobo ou um cachorro. Outras versões medievais indicam Astaroth como um enorme cavaleiro negro, montado em um Escorpião.
De acordo com Sebastian Michaelis é um demônio de primeira hierarquia que seduz por meio da beleza, da vaidade, filosofías racionalistas de ver o mundo e seu adversário é São Bartolomoeu, que pode proteger contra ele porque venceu as tentações de Astaroth. Inspira aos matemáticos, artesãos, pintores e outros artistas liberais, pode dar invisibilidade aos homens, pode conduzir os homens a tesouros escondidos que tenham sido enterrados por feitiços de magos e contesta a qualquer pergunta feita em forma de letras e números em varias línguas.
De acordo com Francis Barret, Astaroth é o príncipe dos acusadores e inquiridores. Segundo alguns demonologistas do século XVI, os ataques deste demônio contra os humanos são mais fortes durante mês de agosto. Seu nome parece vir do da deusa Ashtart/Astarté, que na Biblia Vulgata Latina é traduzida como Astharthe (singular) e Astharoth (plural). Esta última forma se transformou na Biblia do Rei Jaime em Ashtaroth. A forma plural foi tomada do Hebraico antigo por aqueles que não sabiam que era um plural nem que era o nome de uma deusa, o vendo só como o nome de outro deus a parte de Deus e, por tanto, um demônio....


quinta-feira, 21 de julho de 2011

Como morreram os apóstolos de Cristo?





ANDRÉ

Foi discípulo de João Batista, de quem ouviu a seguinte afirmação sobre Jesus:“Eis aqui o Cordeiro de Deus”André comunicou as boas notícias ao seu irmão Simão Pedro: “Achamos o Messias” (João 1.35-42; Mateus 10.2). O lugar do seu martírio foi em Acaia (província romana que, com a Macedônia, formava a Grécia). Diz a tradição que ele foi amarrado a uma cruz em forma de xis (não foi pregado) para que seu sofrimento se prolongasse.




BARTOLOMEU

Tem sido identificado com Natanael. Natural de Caná de Galiléia. Recebeu de Jesus uma palavra edificante: “Eis aqui um verdadeiro israelita, em quem não há dolo” (Mateus 10.3; João 1.45-47) Exerceu seu ministério na Anatólia, Etiópia, Armênia, Índia e Mesopotâmia, pregando e ensinando. Foi esfolado vivo e crucificado de cabeça para baixo. Outros dizem que teria sido golpeado até a morte.


FILIPE

Natural de Betsaida, cidade de André e Pedro. Um dos primeiros a ser chamado por Jesus, a quem trouxe seu amigo Natanael (João 1.43-46). Diz-se que pregou na Frigia e morreu como mártir em Hierápolis.




JOÃO

O apóstolo que recebeu de Jesus a missão de cuidar de Maria. “O discípulo que Jesus amava” (João 13.23). Pescador, filho de Zebedeu (Mateus 4.21) o único que permaneceu perto da cruz (João 19.26-27). O primeiro a crer na ressurreição de Cristo (João 20.1-10). A tradição relata que João residiu na região de Éfeso, onde fundou várias igrejas. Na ilha de Patmos, no mar Egeu, para onde foi desterrado, teve as visões referidas no Apocalipse (Apocalipse 1.9). Após sua libertação teria retornado a Éfeso. Teve morte natural com idade de 100 anos.




JUDAS TADEU

Foi quem, na última ceia, perguntou a Jesus: "Senhor, por que te manifestarás a nós e não ao mundo?" (João 14:22-23). Nada se sabe da vida de Judas Tadeu depois da ascensão de Jesus. Diz a tradição que pregou o Evangelho na Mesopotâmia, Edessa, Arábia, Síria e também na Pérsia, onde foi martirizado juntamente com Simão, o Zelote.


JUDAS ISCARIOTES

Filho de Simão, traiu a Jesus por trinta peças de prata, enforcando-se em seguida.(Mateus 26:14-16; 27:3-5).




MATEUS

Filho de Alfeu, e também chamado de Levi. Cobrador de impostos nos domínios de Herodes Antipas, em Cafarnaum (Marcos 2.14; Mateus 9.9-13; 10.3; Atos 1.13). Percorreu a Judéia, Etiópia e Pérsia, pregando e ensinando. Há várias versões sobre a sua morte. Teria morrido como mártir na Etiópia.




MATIAS

Escolhido para substituir Judas Iscariotes (Atos 1.15-26). Diz-se que exerceu seu ministério na Judéia e Macedônia. Teria sido martirizado na Etiópia.




PAULO

Israelita da tribo de Benjamim (Filipenses 3.5). Natural de Tarso, na Cilícia (hoje Turquia). Nome romano de Saulo, o Apóstolo dos Gentios. De perseguidor de cristãos, passou a pregador do evangelho e perseguido. Realizou três grandes viagens missionárias e fundou várias igrejas. Segundo a tradição, decapitado em Roma, nos tempos de Nero, no ano 67 ou 70 (Atos 8.3; 13.9; 23.6; 13-20).




PEDRO

Pescador, natural de Betsaida. Confessou que Jesus era “o Cristo, o Filho do Deus vivo”(Mateus 16.16). Foi testemunha da Transfiguração (Mateus 17.1-4).

Seu primeiro sermão foi no dia de Pentecostes. Segunda a tradição, sua crucifixão verificou-se entre os anos 64 e 67, em Roma, por ordem de Nero.

Pediu para ser crucificado de cabeça para baixo, por achar-se indigno de morrer na mesma posição de Cristo.




SIMÃO, o Zelote

Dos seus atos como apóstolo nada se sabe. Está incluído na lista dos doze, em Mateus 10.4, Marcos 3.18, Lucas 6.15 e Atos 1.13. Julga-se que morreu crucificado.




TIAGO, O MAIOR

Filho de Zebedeu, irmão do também apóstolo João. Natural de Betsaida da Galiléia, o pescador (Mateus 4.21; 10.2). Por ordem de Herodes Agripa, foi preso e decapitado em Jerusalém, entre os anos 42 e 44.




TIAGO, O MENOR

Filho de Alfeu (Mateus 10.3). Missionário na Palestina e no Egito. Segundo a tradição, martirizado provavelmente no ano 62.




TOMÉ

Só acreditou na ressurreição de Jesus depois que viu as marcas da crucificaçã o (João 20.25). Segundo a tradição, sua obra de evangelização se estendeu à Pérsia (Pártia) e Índia. Consta que seu martírio se deu por ordem do rei de Milapura, na cidade indiana de Madras, no ano 53 da era cristã.



Fonte: livro "Mais que um Carpinteiro"